Na imagem, em um fundo azul com um QR Code branco desfocado, uma pessoa segura um smartphone que exibe três cifrões e o QR Code na tela. Com a outra mão, essa mesma pessoa simula o toque na tela.
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Clarêncio, o que é o Pix?

O Pix é o sistema de Pagamento Instantâneo que chega para revolucionar as formas de pagamento no Brasil. Lançado pelo Banco Central do Brasil, tem o intuito de agilizar e baratear o custo das operações.

Quando lançada no sistema financeiro, é concretizada em, no máximo, 10 segundos, muito parecido com os já conhecidos TED e DOC porém que mais simples, instantâneo e com funcionamento todos os dias e horários.

Tá, Clarêncio, mas é seguro?

Sim!

Pagamento é certificado pelo Banco Central e protegido por todas as camadas de segurança, assim como TEDs e DOCs, fique tranquilo.

Porém, você precisa sempre estar atento a golpes e fraudes. Os golpes mais comuns são é phishing, Essa prática, como o nome sugere (“phishing” em inglês corresponde a “pescaria”), tem o objetivo de “pescar” informações e dados pessoais importantes através de mensagens falsas. O phishing pode ocorrer de diversas formas, como emails que pedem para clicar em links suspeitos. Cuidado, tá?

Os cuidados continuam os mesmos que você já tinha ao fazer transações financeiras!

Algumas dicas sobre o Pix:

  • Sempre desconfie dos links que você recebe, não clique em links encaminhados por e-mails, postagens nas redes sociais ou SMS de pessoas ou empresas estranhas;
  • Confira antes o endereço do site em que você está inserindo os seus dados;
  • Cuidado com os e-mails de convites de pré-cadastro do Pix. Muitos deles podem ser uma fraude;
  • Não precisa baixar nenhum aplicativo. O cadastro das chaves no Pix e as transferências são feitos pelo próprio aplicativo ou site do seu banco.

Você precisa cadastrar uma chave para conseguir usar o Pix, as chaves Pix são como atalhos para identificar a sua conta. Existem 4 tipos de chaves: CPF/CNPJ, E-mail, celular e aleatória.

É totalmente gratuito?

Pix é gratuito para todas as pessoas físicas e empresários individuais (MEI/EI), desde que o novo meio de pagamentos seja utilizado na realização de compras ou transferências.

A possibilidade de pessoas físicas e EIs serem tarifados diz respeito à forma como a plataforma será utilizada. Pode ocorrer em 2 situações:

  • Se a transação Pix for realizada via contato telefônico ou de forma presencial.
  • Se receberem, via Pix, um pagamento sobre uma venda de produto ou serviço.

Cada instituição irá estabelecer a tarifa que acredita ser a melhor para o cliente. Mas fique de olho: essa informação deve ser repassada de forma clara e, ainda, estar presente nos comprovantes de envio e recebimento do dinheiro, nos extratos das contas de depósito e de pagamento e nos canais de informação da instituição na internet.

Agora quando falamos de pessoas jurídicas (não EI), a resolução do Banco Central indica que as instituições financeiras poderão, sim, cobrar tarifas tanto de quem paga quanto quem recebe

É importante saber que essa cobrança é permitida, inclusive, se a transação for feita tendo como origem e destino a mesma instituição.

Com o Pix você não ficará mais preso ao horário de funcionamento bancos e não irá perder mais tempo. As mudanças são tantas, que usá-lo deve gerar uma transformação na forma como nos relacionamos com nosso dinheiro.

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